Luxo, com toda força
Os artigos de luxo estão novamente em alta. Depois dos ultimos dois anos de crise, a seleta clientela dos ricos e milionários voltou a investir mais no luxo.


O luxo nunca saiu de moda, mas não ficou imune à crise econômica mundial. Depois um período de certa parcimônia nos gastos, os ricos voltaram a investir em supergrifes, reaquecendo as vendas do setor.

O conglomerado francês LVMH, das marcas Louis Vuitton e Moët Hennessy, é a número 1 entre as supergrifes. No ano passado, registrou um aumento de 30% no faturamento.

Um bom exemplo entre o simples e o luxo é o grupo suíço Swatch, fabricante de relógios. Conhecido por seus relógios populares, o grupo detém marcas de luxo, como Rado e Omega, responsáveis por 70% do faturamento da Swatch.

A força dos japoneses, brasileiros e alemães neste mercado

Segundo fontes os japoneses são responsáveis por quase a metade do consumo mundial de produtos de luxo. "No momento as marcas Hermes, Louis Vuitton e a fabricante de relógios Omega são as mais procuradas pelos japoneses".

As supergrifes têm muito o que agradecer aos japoneses, que não vacilam em gastar uma pequena fortuna por um artigo de marca.

As empresas de luxo que definiram sua marca no mercado apresentando produtos realmente diferenciados e de alta qualidade foram as que mais conseguiram superar a crise.

Um exemplo é o grupo LVMH. "Louis Vuitton está muito bem posicionado no mercado e continua seu sucesso sem arranhões. O Brasil, aliás, responde por 70% das vendas da LV na América Latina. A quarta loja brasileira, aberta no Rio ano passado, custou 9 milhões de reais, a mais cara do Hemisfério Sul.

Nem sempre o mercado de artigos de luxo esteve tão bem. A crise e a queda nas bolsas de valores do mundo também foram um golpe duro para as supergrifes. "Os milionários continuaram comprando artigos de luxo durante a crise. Já os novos ricos, aqueles que em 2000 e 2001 ganharam muito dinheiro com especulações financeiras e gratificações e o gastaram com a mesma rapidez, comprando por exemplo um relógio de 8 mil euros, estes agora frearam e estão revendo suas vontades e o momento"

Na Alemanha, o luxo é prioridade e a apresentação da loja condiz com o preço dos produtos e roupas. Em Düsseldorf, considerada uma das cidades alemãs mais chiques, as supergrifes estão concentradas na parte nobre da cidade e são a vitrine do luxo do país.
Puro luxo: Chandon “Midnight Gold Case”


Trata-se de uma série limitada de case para manter a Chandon sempre geladinha! O diferencial dessa é que ela é toda revestida em ouro e possui cristais Swarovski incrustados na sua superfície! Puro luxo né? O case foi produzido pelo designer francês Camille Toupet e apenas 100 unidades serão produzidas.

 




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